Temas

O que a traz até aqui?

Pode não saber qual o tipo de acompanhamento procura. Às vezes, o ponto de partida é apenas reconhecer que alguma coisa está a pesar.

Temas que podem ser um ponto de partida

Ansiedade

Compreender o que está a sentir e encontrar espaço para abrandar.

Stress e exaustão

Reconhecer o peso que tem carregado e pensar em formas de se cuidar.

Autoestima

Reaproximar-se de si e da forma como se trata no dia a dia.

Relações

Olhar para vínculos, conflitos e necessidades com mais clareza.

Padrões repetitivos

Perceber o que se repete e encontrar uma forma de acabar com isso.

Limites e culpa

Aprender a dizer ‘não’, sem abandonar aquilo que é importante para si.

Desemprego

Manter o valor próprio, mesmo sem um lugar onde o mostrar.

Perfeccionismo

Aprender que o suficiente também é digno de amor.

Sobrecarga mental

Devolver aos outros o que nunca foi sua função carregar.

Solidão

Aproximar-se primeiro de si, antes de procurar companhia.

Perda de identidade

Voltar a perguntar quem é, sem todos os papéis que desempenha.

Vazio existencial

Escutar o vazio, antes de querer preenchê-lo.

Autocrítica

Falar consigo como fala com alguém que ama.

Hipervigilância

Permitir-se descansar, mesmo sem tudo controlado.

Ninho vazio

Reencontrar-se na casa que ficou em silêncio.

Perdas e lutos

Deixar partir o que não pôde ficar.

Medo de recomeçar

Dar o primeiro passo, antes de se sentir pronta.

Dependência emocional

Aprender a ser o seu próprio lugar seguro.

Ressentimento

Libertar-se do peso de esperar por um pedido de desculpas.

Autossabotagem

Escolher-se, mesmo quando o hábito diz que não merece.

Desconexão do corpo

Voltar a habitar o corpo como casa e não como campo de batalha.

Dificuldade de expressão

Dizer finalmente o que ficou por dizer, começando por si.

Pertencimento

Encontrar em si o lugar onde sempre pertenceu.

Reconhecimento

Aprender a validar-se, antes de esperar que os outros o façam.

Comparação social

Confiar no tempo que é só seu.

Medo do julgamento

Deixar de viver em função do que os outros pensam.

Necessidade de controlo

Soltar o que não precisa de estar sempre seguro.

Rigidez emocional

Sentir, sem ter de explicar tudo.

Dificuldade em pedir ajuda

Pedi-la sem ver nisso uma fraqueza.

Sensação de estar sempre a recomeçar

Levar consigo o que já aprendeu em cada recomeço.

Falta de tempo para si

Criar tempo para si, mesmo que pequeno.

Inveja da vida que devia ter

Olhar de perto para a vida que já tem.

Vergonha

Deixar de se esconder do que sente.

Raiva não expressa

Dar à raiva um lugar para ser dita.

Cansaço de cuidar dos outros

Cuidar de si com a mesma dedicação com que cuida dos outros.

Não precisa de saber o nome certo

Estas palavras ajudam a orientar a leitura, mas não são diagnósticos nem terapias separadas. O acompanhamento é integrativo e começa por compreender a sua situação, a sua história e o que espera deste espaço.

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